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Segunda feira, acordo de manhã cedo e vou trabalhar. Pego a última cueca com a última blusa e percebo: É, já passou da de lavar a roupa. Geralmente eu costumo fazer isso no final de semana, ou até antes, na sexta a noite. Mas nessa semana não deu. Sexta teve uma festinha que começou bem mais cedo, sábado uma ressaca básica e domingo é o dia internacional da falta de vontade de fazer qualquer tarefa doméstica. Sobrou pra segunda.

Nada mais usual, pois, geralmente, todos nós tendemos a fazer promessas, que ninguem cumpre em um domingo, para o primeiro dia útil da semana. Segunda eu começo o regime; Segunda eu me matriculo na academia; Segunda eu levo o cachorro ao veterinário; E dessa forma, segunda eu lavo a roupa.

Mas dessa vez foi.

Cheguei em casa beirando às 20 horas, e já estava atrasado. Ainda tinha que ir na universidade passar o pouco do tempo que o departamento de informática iria ficar aberto pra quem sabe poder usar o laboratório de pesquisa. Dizem as más línguas que aqueles que resolveram passar um tempinho a mais, ou simplesmente perderam a hora, tiveram que dormir no laboratório. Acho que eu ainda prefiro a minha cama a dormir em um laboratório.

Mas antes, ainda tinha que separar aquela roupa acumulada. Algo bem rápido e prático: Colorido, branco, branco, branco, colorido, colorido, branco.. até acabar. Depois é só colocar na máquina e apertar a sequência mágica dos botões “lavar personalizado”, “nível de água alto”, “3 enxágües”, “água fria” e finalmente, “inicar”.

Vale lembrar que eu tenho uma mania de só colocar o sabão em pó depois que eu ligo a máquina. Falando nisso, cadê o sabão em pó? Eu sempre deixo ele aqui. Será que alguem colocou em outro lugar?

Não ta no armário, nem debaixo da pia, muito menos dentro da geladeira. Put* qu* prari*, a máquina já ta quase cheia de água e cadê a p*rr* desse sabão em pó? Engraçado que nessas horas, todos os vizinhos não estão e a lojinha que fica na esquina da casa já fechou. Só me resta apelar. Na cozinha tem uma barra de sabão grosso e um detergente que eu nunca usei. O sabão ainda vou ter que ralar, e o detergente.. ah, sei lá. Detergente?

Ah, tem shampoo e condicionador no banheiro. E a maquina já ta batendo! E agora?

Bom, pelo menos agora a minha roupa vai ficar macia, cheirosa e sedosa.

Album de fotos no ar

Como as fotos ainda estavam pendentes desde a mudança do blog e eu continuava sem decidir o que fazer com elas. Cheguei até em um momento me questionar se ainda iria hospeda-las em algum lugar, mas pensei bem e vi que é realmente interessante e eu gosto! Então saí procurando o que tinha dísponiveis na internet. Encontrei o picasa do google, achei muito bom por sinal, mas era excessivamente fresco, cheio de funcionalidades que eu nunca iria usar. Procurei também no flickr, que também é muito bom, mas o dito criou um usuário nada mais, nada mesmo que 29337370@N04, absolutamente intuitivo e ajudaria bastante na pesquisa do google para encontrar resultados com o meu nome.

Tirei a madrugada do final de semana pra resolver essa pendência.

Um tempo atrás eu já havia usado o gallery pra colocar umas fotos do pessoal do trabalho disponíveis na intranet. Usamos um pouco e depois ficou de lado, pelo simples fato de não ter fotos para atualizar com frequência :)

Ontem lembrei dele e usei de novo.

Passei algum tempo instalando, customizando, escolhendo um tema simples e bonito, fazendo umas alterações para deixar mais familiar, e é claro, colocando algumas fotos. E está no ar: www.gustavopinto.org/fotos

Por enquanto ainda são poucas, mas com o tempo eu vou alimentando. Visitem! :)

No último final de semana (13, 14) aconteceu em São Bento do Sul (SC) a schlachtfest (leia-se shilaque), uma ótima oportunidade para conhecer uma cidade nova com sua cultura, que diga-se de passagem, é muito preservada!

São Bento do Sul é uma típica cidade pequena (sem fugir do padrão igreja+pracinha+prefeitura), mas não ivente de conhecer toda a cidade andando, não é uma boa experiência, confesso. As aclives e declives são em todo o lugar. Mas pelo menos valeu para perceber como a cidade estava decorada. Sem falar nos caracterizados com botas, chapeus e trages típicos dos ancestrais. Ah claro, e muito chopp e comida. Bom a bessa!

Para os mais jovens, festa pela noite. Foram organizados bailes pela cidade com bandas (devidamente caracterizadas) que revezavam entre músicas alemãs e hits conhecidos no mundo inteiro. Detalhe para o preço do chopp na festa: 4,75 R$ um copo de 300 ml !

Pra quem não foi ao baile, tinha a opção do palco a céu aberto montado na praça da cidade. Quem não queria pagar o valor irrissório pelo chopp estava lá, até a chuva que não foi fraca durante a sexta. Mas ninguem arredou o pé.

No sábado, ainda teve os desfile de vários blocos da cidade, como coral, dança e os ‘amigos da festa’, que entre outros, garantem a animação com muito chopp e comida que são distribuidas durante o percurso dos blocos.

Sempre tem um engraçadinho

Pra quem ficou até o domingo, aproveitou o encerramento da festa com os representantes políticos da cidade, junto com a rainha e as princesas do baile. Festa que é festa, tem que ter eleição da rainha e das princesas, não é? :)

Parabéns para nós

Hoje, 12 de setembro é o dia do programador.

Isso, nós temos um dia! E eu fui saber disso somente hoje.

Pelo menos nesse dia, poderiamos tirar o dia de folga para não nos prostituirmos. Mas, assim como eu, acredito que quem trabalha na área sente muito mais o prazer em trabalhar, em meio aos diversos problemas relacionados a profissão (falta da regulamentação, baixos salários, condições de trabalhos precárias, etc.).

Que esse dia sirva para que nós possamos pensar mais na nossa profissão, não como ganha pão, mas em valorizar o nosso trabalho. É fato que o mercado está carente de profissionais, sejam eles bons ou ruins. E esse excesso de vagas deveria ser usado a nosso favor. Exigir investimentos, bônus,  planos de carreira, e um salário digno, tanto como PJ ou CLT. Nada mais justo, pois somos cada vez mais cobrados e exigidos, tanto em conhecimento técnico como em horas trabalhadas.

Espero que em um futuro nao muito distantes, nós sejamos reconhecidos pela qualidade da nossa profissão, não como ‘os novos opérarios da construção civil’.

Bons códigos a todos.

Take me out tonight
Where theres music and theres people
And theyre young and alive
Driving in your car
I never never want to go home
Because I haven’t got one
Anymore

Bem sugestivo, não? Pena que ainda é quinta. Mas o final de semana vem chegando, e por aqui segunda feira é feriado. Ainda não sei direito o porque, mas é, e eu que não vou reclamar. Mais um dia de nada pra fazer.

Bom, não é tão ‘nada’ assim.

Fora as leituras semanais dos artigos, no tempo livre ando me aventurando na cozinha. E pra mim que sou marinheiro de primeira viagem, onde um ovo frito é quase um café-almoço-janta, qualquer mistura nova ta valendo.É sempre engraçado quando se começa a aprender algo novo, digo algo 100% novo. Não algo que você esteja se aprofundando, especializando. DIgo, algo que você não tem muito onde se basear (em experiências proprias), como aprender uma lígua nova, ou algo do gênero.

E é no final de semana que eu me faço de cobaia pilotando essa grande máquina chamada fogão.

Então, apartir de amanhã, três dias contados de muito smiths e lenha no fogão. :)

Quantos anos você tem?

Essa é fácil de responder. Basta pegar o ano do nascimento menos o ano atual, e pronto. Tem gente que sabe de cabeça. Mas como todo ano troca, tem gente que acaba se esquecendo. Ou que prefere assumir uma idade e pronto, que nem o meu pai que ainda não passou dos 18 anos.

Mas não é essa idade a qual eu estou me referindo. Não é apenas um número ou uma data. Se refere mais as lições aprendidas, aos obstáculos cruzados, aos relacionamentos feitos e/ou desfeitos, as quedas, os triunfos e satisfações. E então, quantos anos você tem? Agora ficou difícil responder.

Pergunto isso, porque cada vez mais, tenho visto um movimento de pessoas novas de idade, mas já cansadas da vida, do trabalho, da escola. Pessoas que deveriam estar no auge da boa forma, seja ela intelectual ou física. Que deveriam estar brigando pra disputar um espaço no mercado, ou uma cadeira na faculdade. Mas o que tenho visto, são pessoas desmotivadas, sem objetivos ou metas. Sejam elas de curto ou longo prazo. A Bíblia diz que não devemos nos preocupar com o amanhã, e viver o hoje. Sim, fato. Caso contrário, nos tornaremos pessoas com eternas perspectivas de futuro, enquanto o presente cada vez mais vira passado. Mas é preciso um meio termo.

Além de tudo, é preciso de vontade, estímulo. O Vitor trata muito bem sobre esse assunto nesse post, e como ele mesmo questionou no fim do texto: Quantas vezes você parou de estudar quando estava cansadinho? Quantas vezes você desistiu de algum objetivo? Quantas vezes você disse que ia fazer e não fez?

E então, quantos anos você tem?

Dona Anna

Hoje, eu assisti uma reportagem muito emocionante (mesmo) no programa do jô. Ele entrevistou uma senhora que tinha 66 anos. 66 anos de carteira de habilitação (pretendo eu, um dia ter isso de vida) e outros 32 de vida, totalizando 98 aninhos! Incrivel imaginar uma senhora com essa idade dirigindo pelas ruas com o seu ‘fuca’. Mas incrível ainda se eu contar que ela passou quase metade da vida trabalhando com serviço social. Trabalhando até hoje, digo. E digo mais, em dois empregos!

Essa é dona Anna, aposentada sorridente que colabora  todos os dias, de sol a sol, com a limitações da idade, em lares para idosos, estes sendo bem mais jovens que a própria. Um belíssimo trabalho que ela vem desenvolvendo a mais de 45 anos. Inclusive, esse trabalho foi reportagem do fantástico do início do ano, que pode ser conferido aqui.

E  não para por ai. Esse trabalho vem rendendo vários frutos, dentre eles o Troféu Ana Terra, que é dado as mulheres que se destacam na administração pública ou privada. E que mulher!

“É assim a cada dia, apesar das dificuldades que todos nós enfrentamos ao longo do caminho. Quando temos um momento como este, de premiação a quem dedicou a sua vida ao bem comum aos mais necessitados, mais uma vez pode-se dizer que vale mesmo a pena”. Comentário bastante bonito de dona Anna ao receber o premio, sendo ainda mais emocionante em seguida: “Todas elas [mulheres], cada uma a sua maneira, com maior ou menor reconhecimento, permitiram que o Estado, disputando idéias e valorizando as diferenças, me desse o maior dos prêmios que já recebi na vida, que é representá-las através de uma eleição e poder dizer que, por maior que pareça a dificuldade, ela é muito pequena em relação ao troféu que cada uma conquista na sua vida”.

Você pode até não saber qual caminho seguir, mas fonte de inspiração é que não vai faltar. Vida longa a dona Anna Variani, e que seu gesto de carinho e solidariedade seja seguido por todos aqueles que acreditam que podem fazer mais e melhor.

Gostou? Outras informações:

  • http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM800536-7823-VOVO+NO+VOLANTE,00.html
  • http://globoreporter.globo.com/Globoreporter/0,19125,VGC0-2703-6494-4-109229,00.html
  • http://www.estado.rs.gov.br/direciona.php?key=Y2FwYT0xJmludD1ub3RpY2lhJm5vdGlkPTY1NDA1Jm1lbnU9MTMmc3VibWVudT0mdmc9JnZhYz0=
  • http://chrislontra.blogspot.com/2008/04/exerccio-de-cidadania-no-tm-idade.html

Toda vez que a minha mãe me ligava, ela não começava um dialogo de outra maneira: “E ai, já te vacinaste”. Já tava até ficando sem graça em sempre dizer que não.

Na verdade, eu já estava me cobrando desde o início da campanha. É importante, né?

Poisé. Passava dias e mais dias. E nada. Pra falar a verdade, eu ainda nem tinha procurado saber onde tinham postos de vacinação; que documentos necessários; horários; essas coisas. Hoje resolvi acabar com o problema. Calma, o problema de encontrar um posto de vacinação.

No campus onde eu estudo na universidade, não tem hostital. Esse só fica lá pro outro lado da cidade. Mas tem uma casa de saúde. Eu sei pois tive que fazer um exame daqueles de rotina logo quando eu resolvi voltar pra academia. Hoje fui lá novamente, só pra me informar.

Logo na entrada tinha uma faixa “Campanha de Vacinação”. Poutz, não estava preparado psicologicamente. Mas como eu sei que o posto fechava às 17, e eram 17:10, ainda podia contar com a sorte. Isso é, se não existisse uma médica muito simpática passando um pouco do expediênte.

Eu ainda tentei explicar pra ela que eu só estava ali pra me informar. Mas ela não quis muito acordo comigo. Foi logo me levando pro ambulatorio, separando a seringa e a dose da injeção. Senti um calafrio estranho e comecei a gaguejar enquanto ela tranquiliamente passava álcool no meu ombro, e me afirmava que conhecia Belém e que esteve lá em julho.

Sei que durante a conversa, enquanto me falava da beleza de Salinas e do calor de Belém, ela se afastou até a mesa e começou a escrever em uma fixa que posteriormente me entregou. Nem tinha me dado conta que eu já tinha tomado a tal da vacina.

No fim das contas, não demorei 5 minutos desde a entrada até a saída. Ainda exaltei a minha terrinha e me vacinei. Coisas que não estavam no script. Ah claro, e fiz um papelão de criança medrosa. Se eu contar que já doei sangue umas cinco vezes (relatos aqui e aqui), acho que ninguem vai acreditar.

Passando a bola

Depois de um pouco mais de um ano escrevendo no meu blog antigo, volto para o wordpress, por alguns motivos básicos:

  • As fotos do album ficaram distorcidas de uma hora pra outra
  • Comentários só pra usuários cadastrados
  • Não tem estatísticas de visitantes e se quiser usar algum de fora, também não pode

Uma pena não poder aproveitar o que já foi escrito por lá.

Então é isso.

Abraços.

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