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Archive for the ‘Cultura’ Category

Python Brasil chegando

Pessoal, pra quem não conhece, a Python Brasil é um dos maiores eventos sobre Python, e filiados, da América Latina, e nesse ano, como no ano passado, vai ser sediado em uma cidade mega fria: Curitiba. Sempre no fim do inverno, mas a tempo de aproveitar um bom vinho (isso pra aqueles que não são de lá, porque frio só é legal pra turista). Pra mim, uma pena, pois alguns poucos meses depois que eu voltei da terra das araucárias, o mesmo departamento que eu trabalhava vai receber e sediar o evento.

Bom, mas se eu não vou, porque eu to fazendo propaganda? Simples, pelo empenho que eu tenho visto de todos da lista grupy-pr.  Não vou citar nomes (pois posso cair naquele velho problema de deixar alguém de fora), mas um precisa ser lembrado, que é  o Ramiro, que desde a candidatura, tem feito um excelente trabalho, tanto em levantamento de recursos, datas, locais, agências de viagens, palestrantes convidados, palestras iniciais, assim como foi o aquecimento pra Python Brasil, o PythOnCampus.

Pra todos, espero que tenham um grandioso evento, com muita troca de networking e de experiências, e é claro, não deixem de conhecer Curitiba, a tal da cidade modelo. Uma dica de passeio rápido e low cost é procurar o ônibus da linha turismo. É bem legal.

E, se der certo, ano que vem nos encontramos novamente, quem sabe ainda em uma terra um pouco mais quente 🙂

Tecnobrega e pirataria: a dominação do mundo partindo da capital paraense

Vocês lembram daquele programa da Regina Casé que passava no Fantástico sobre as periferias do Brasil, cujo nome era Central da Periferia? Se lembrar, agora vem a pergunta mais difícil: Lembram do programa que foi ao ar em Belém, e que falaram do Calypso, e do rítimo que tomava conta da cidade, o Tecnobrega?

Quem não é de Belém, acho muito pouco provável que a resposta seja sim. Caso eu esteja certo, o youtube pode refrescar essas memórias. Vide link abaixo.

Acontece que o programa foi curto e pouco apresentou da verdadeira realidade que acontece em Belém. A rotina da Banda Calypso e do DJ Dinho, hoje em dia, nada se compara com o resto das milhares (isso mesmo, *milhares*) de bandas que balançam a parte periférica da cidade. Para preencher esse vazio na mídia, o filme ‘Brega S/A’ entra em ação. Confesso que até eu, que morei por 20 anos na capital paraense, não sabia de muito sobre esse mundo que gira ao redor de um rítmo musical.

Até mesmo para quem não reside, ou morou, em Belém a obra acrescenta muito. Em resumo: Vale a pena!

Confira: http://musica.uol.com.br/ultnot/2009/11/06/tecnobrega-e-trilha-sonora-da-periferia-de-belem-do-para-veja-o-filme-brega-sa-e-ouca-os-hits-do-estilo.jhtm

Uma boa razão para não se ouvir mais música

Pelo menos a música atual.

O site estado-unidense especializado em música pitchfork.com (quem são eles?) lançou uma relação dos melhores 20 albuns desta década. Se fosse no Senado brasileiro, daria em pizza, mas como foi internacional, deu em merda mesmo. Segue a lista:

01. Radiohead – “Kid A”
02. Arcade Fire – “Funeral”
03. Daft Punk – “Discovery”
04. Wilco – “Yankee hotel foxtrot”
05. Jay-Z – “The blueprint”
06. Modest Mouse – “The moon & Antarctica”
07. The Strokes – “Is this it”
08. Sigur Rós – “Ágætis byrjun”
09. Panda Bear – “Person pitch”
10. The Avalanches – “Since I left you”
11. Ghostface Killah – “Supreme clientele”
12. The White Stripes – “White blood cells”
13. OutKast – “Stankonia”
14. Animal Collective – “Merriweather Post Pavillion”
15. The Knife – “Silent shout”
16. Sufjan Stevens – “Illinois”
17. LCD Soundsystem – “Sound of silver”
18. Kanye West – “Late registration”
19. Spoon – “Kill the moonlight”
20. Interpol – “Turn on the bright lights”

Começando pelo nome das bandas, acho que só umas 5 me fazem lembrar algo um pouco mais familiar. São sou especialista em música, mas será que eu o único que não conhece Sufjan Stevens?? O que mais me intriga, é como o Radiohead consegue estar no topo da lista com um album que nem por eles é considerado um dos melhores da banda.

E ah, foi lançado em 2000. Ou seja, praticamente com os dois pés na década passada.

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Maçã pra eliminar o mau cheiro?

junho 11, 2009 3 comentários

Depois de ter lido em uma revista, que apenas 4 maçãs, devido a sua característica adsorvente (isso ai, com ‘d’), conseguiram tirar o cheiro de cigarro dentro do carro de um fumante em poucas horas, resolvi eu mesmo conferir. É simples. Se o carro ta com cheiro de mofo, deixa umas maçãs lá de boa, curtindo o banco do motorista e do passageiros, trancadas por algumas horas e pronto. Adeus cheirinho ruim.

Será?

Tenho uma mochila de viagem que eu não uso já faz um bom tempo, só porque ela não cheira bem, e as roupas que eu levar vão ficar só com o cheiro da mochila. Hoje, depois de voltar do supermercado, comprei uma maçã a mais, só pra testar se isso mesmo é verdade. Olha ai como é verdade. 😛

Uma pena que as tecnologias ainda não reproduzem o cheiro dos objetos, mas se a minha palavra valer alguma coisa, fica a dica. FUNCIONA! 🙂

Se você é que nem eu que prefere a neutralidade do cheiro, a ficar sentindo aquele cheiro forte dos ‘bom-ar, nafitalina’ da vida, quem sabe tamém não seja útil pra você também. Só não vá comer a maçã depois de tudo isso 🙂

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Diga não aos 10 por cento nas contas de bar

novembro 16, 2008 8 comentários

Não só do bar, mas do restaurante, da casa noturna, no cafézinho da esquina. Em qualquer lugar que ele exista.

Mesquinho? Mão de vaca? Pão duro?

Não.

Mas primeiramente, eu devo fazer valer o meu direito de cidadão brasileiro, e de consumidor. É dever do estabelecimento atender bem o seu cliente, se não ele vai embora. Simples assim. Niguem precisa pagar pra ser bem atendido. Se o local quer que o seu cliente seja fiel ao estabelecimento, que pense em alguma estratégia para tal. Imposição nunca vai ser uma.

Outro motivo é o fato de não me agradar nada ser o responsável pelo salário do garçom, ou do trabalhador em serviço. É óbvio que o consumo do cliente mantém o trabalho do empregado e do empregador, mas não vai ser uma taxa extra que deve garantir o lucro no fim do mês. Pelo menos não com o meu dinheiro.

Veja se outros trabalhadores também resolvessem cobrar os 10%. O jornaleiro pediria pelo serviço da entrega, o motoboy pediria pela gasolina gasta no percurso, advogado pediria pela urgência em que ele tratou o caso, o cozinheiro iria até a sua mesa pedir, o motorista do ônibus, o professor, o farmacêutico. Todos pediriam. Eu pediria, você pediria.

Ou melhor, exigiria. E assim, o PIB brasileiro cresceria 10% em um único ano.

O que era uma contribuição informal, virou obrigação e cultura do povo brasileiro. A conta já chega com o valor somado, e você nem é consultado pra saber se gostaria de contribuir ou não. Cheguei até ver em cardápios de lugares onde estão muito bem descritos como taxa obrigatória.

Uma verdadeira palhaçada.

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