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Python Brasil chegando

Pessoal, pra quem não conhece, a Python Brasil é um dos maiores eventos sobre Python, e filiados, da América Latina, e nesse ano, como no ano passado, vai ser sediado em uma cidade mega fria: Curitiba. Sempre no fim do inverno, mas a tempo de aproveitar um bom vinho (isso pra aqueles que não são de lá, porque frio só é legal pra turista). Pra mim, uma pena, pois alguns poucos meses depois que eu voltei da terra das araucárias, o mesmo departamento que eu trabalhava vai receber e sediar o evento.

Bom, mas se eu não vou, porque eu to fazendo propaganda? Simples, pelo empenho que eu tenho visto de todos da lista grupy-pr.  Não vou citar nomes (pois posso cair naquele velho problema de deixar alguém de fora), mas um precisa ser lembrado, que é  o Ramiro, que desde a candidatura, tem feito um excelente trabalho, tanto em levantamento de recursos, datas, locais, agências de viagens, palestrantes convidados, palestras iniciais, assim como foi o aquecimento pra Python Brasil, o PythOnCampus.

Pra todos, espero que tenham um grandioso evento, com muita troca de networking e de experiências, e é claro, não deixem de conhecer Curitiba, a tal da cidade modelo. Uma dica de passeio rápido e low cost é procurar o ônibus da linha turismo. É bem legal.

E, se der certo, ano que vem nos encontramos novamente, quem sabe ainda em uma terra um pouco mais quente 🙂

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Test-driven Development (TDD) em Curitiba

Cansado de ver seus códigos funcionarem em um momento, e no dia seguinte a mesma rotina não funcionar. Sempre sente receio em refatorar uma funcionalidade já implementada com medo de alguma coisa do outro lado do projeto simplesmente parar de funcionar?

Parece brincadeira, mas uma pesquisa feita em 2002 pelo Departamento de Comércio do EUA afirmar que falhas em software causam em torno de 60 bilhões de dolares em prejuízo por ano! Ou seja, você está muito longe de ser o único sortudo que sofre de mal, muito pelo contrário, defeitos em software vão sempre existir. O que podemos fazer é um esforço para tentar minimizar a existência desses defeitos, ou, simplesmente indentifica-los e remove-los de forma mais segura e eficaz.

Mas como fazer isso, levando em consideração toda a heterogeniedade entre as arquiteturas, linguagens, ou simplesmente, especificações de software?

Uma metodologia ágil que vem ganhando destaque e notoriedade nesse contexto é o Test-driven Development, também conhecido como TDD. Em resumo, o TDD é uma outra maneira de elaborar projetos de software, baseado em pequenas iterações que valorizam primeiramente a escrita do teste, para posteriormente ser escrito o código. Achou interessante? Já ouviu falar, mas nunca colocou em prática?

Se tiver interesse e se estiver em Curitiba nos próximos dias, no ENECOMP vou apresentar uma visão geral sobre essa metodologia, com uma linguagem simples e direta, sem toda a burocracia da engenharia de software. De quebra, ainda tem a aplicação de um pequeno estudo de caso. Mas se você não estiver em Curitiba, ou não poder ir ao evento, na próxima terça-feira (08/09) eu compartilho a apresentação no blog, e eventuais dúvidas podem ser tiradas por aqui mesmo.

Abraços, e até breve.